Boatos de brigas no vestiário do Los Angeles Lakers

A franquia do Los Angeles Lakers é uma das maiores de toda a NBA, tanto em número de fãs quanto em número de conquistas já que é a segunda equipe com mais títulos em toda a história da Liga com 16 conquistas, apenas uma a menos do que o maior campeão Boston Celtics.

Porém, o time vive um período de reestruturação e não vem fazendo grandes campanhas desde que o seu maior ídolo deste século, o Black Mamba Kobe Bryant se aposentou. Los Angeles viu outras equipes de outras cidades começarem a criar dinastias na NBA, e não conquista um título da mais importante liga de basquete do mundo desde a temporada 2009-10.

Após a chegada de LeBron James a esperança dos torcedores parece ter se renovado, ainda mais com as notícias recentes de que Anthony Davis pode se juntar à equipe ainda nesta temporada caso o New Orleans Pelicans aceite o seu pedido de troca.

Outro boato que anima cada vez mais os torcedores é o de que Klay Thompson pode se juntar à equipe na próxima temporada quando irá se tornar um agente livre, desde que não renove o seu contrato com os Warriors, que podem enfrentar problemas com o teto salarial já que apesar de estarem abaixo ainda terão que renovar também os salários de Draymond Green e Kevin Durant.

Mas mesmo com este panorama que parece positivo para o futuro os torcedores estão apreensivos após o último domingo, justamente depois de mais um encontro entre o Los Angeles Lakers e o Golden State Warriors.

Segundo diversos repórteres especializados na cobertura do time na mídia norte-americana, diversos jogadores dos Lakers foram questionar o técnico Luke Walton após a derrota por conta de suas decisões e substituições durante a partida.

Segundo estes mesmos repórteres, treinador e atletas partiram para a briga e foi necessário separar alguns atletas com os ânimos mais exaltados.

Entre os atletas que estavam na confusão se destacam o nome de veteranos como Michael Beasley e Lance Stephenson, que já foi às redes sociais para desmentir os boatos. Porém, a questão que fica é a seguinte: os “novos” Los Angeles Lakers que vem por aí precisarão de um novo treinador?

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