Decretos anti-imigração de Trump preocupam dirigentes da NBA

O decreto assinado pelo presidente americano Donald Trump tem trago consequências negativas para diversos setores da sociedade e, o esporte não foge da regra. Nessa segunda feira, a NBA, maior liga de basquete do mundo, mostrou preocupação em relação a situação de dois atletas que nasceram em países afetados diretamente pela nova política de imigração americana. Além disso, na liga profissional de basquete americana atuam diversos jogadores de origem muçulmana ou que professam o islã como religião.

O porta voz da NBA, Mike Bass, disse que a NBA entrou em contato com as autoridade ameiricanas para saber como a nova medida afetara os atletas. Além disso, Bass ressaltou que a NBA é uma liga global e se orgulha de ter em seu plantel os melhores jogadores de todas as partes do mundo. A preocupação da entidade é especialmente em referência aos atletas Luol Deng, dos Lakers, e Thon Maker, do Milwaukee Bucks, que nasceram no Sudão do Sul. Além desse, cidadãos nascidos no Iraque, Síria, Líbia, Irã, Somália e Iemên estão impedidos de entrar no Estados Unidos.

Durante uma entrevista ao jornal New York Times, o jogador Rondae Hollis-Jefferson, do Brooklin Nets, argumentou que a política do governo Trump erra ao punir todos os mulçumanos em consequência da atitude de um. Rondae, que é mulçumano ressaltou que a maioria daqueles que professam o Islã são cidadãos de bem. O coro foi engrossado pelo companheiro dele de time, Jeremy Linn, pelo ex-jogador Steve Nash, eleito duas vezes o melhor jogador da NBA pelo Phoenix Suns, e pelo técnico do Golden State Warriors, Steven Kerr.

As medidas de Trump tem preocupado até membros do Comitê Olímpico Internacional, que veem prejuízo ao pleito da cidade de Los Angeles para sediar os Jogos Olímpicos de 2024. A cidade concorre contra Budapeste, na Turquia, e Paris, capital francesa.

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