Estados Unidos entram no Mundial como favoritos

Quando o assunto é o basquete não é nenhuma novidade a Seleção dos Estados Unidos entrar em qualquer competição que seja como favorito. O país é o maior campeão da história do torneio, com 5 conquistas na história e vindo de dois títulos consecutivos, na Turquia em 2010 e na Espanha em 2014.

Neste ano não seria diferente e o site de apostas esportivas betboo aponta os norte-americanos como os grandes favoritos para ficarem com o título do torneio, que começa neste sábado dia 31 de agosto e irá até o dia 15 de setembro. Mas ao contrário do que aconteceu em edições anteriores, desta vez os Estados Unidos entram com reais chances de não serem os campeões do torneio.

A última vez que a seleção norte-americana perdeu uma partida em um Mundial de Basquete foi em 2006 no Japão, quando o time foi surpreendido pela Grécia nas semifinais e terminou a partida com uma derrota por 101 a 95.

Com isso foi para a disputa de 3º e 4º lugar contra a Argentina e deu início a uma das maiores sequências de vitórias do esporte mundial. O time passou 13 anos sem nenhuma derrota, em uma sequência de 78 partidas que terminou neste mês em um amistoso contra a Austrália.

Desta vez os Estados Unidos chegam para o Mundial da China sem a presença de quase nenhum astro da NBA em seu elenco. O time terá como principais nomes Kemba Walker, que nesta temporada irá para o Boston Celtics e Khris Middleton, sendo eles os dois únicos que foram eleitos All-Star na última temporada.

Assim como no último Mundial em 2014, desta vez o grande adversário dos Estados Unidos dentro de quadra deverá ser a Sérvia, que chega na China mesclando nomes experientes com novos atletas que estão brilhando em seus times, principalmente na NBA.

Outra seleção que pode dar muito trabalho é a Grécia, que na primeira fase estará no grupo do Brasil no Mundial. O time terá a força e classe dos irmãos Antetokounmpo, incluindo Giannis que foi eleito o MVP da última temporada da NBA.

Outras seleções podem aparecer como surpresas, como as sempre perigosas Espanha e França, além de candidatos a brilhar como a Austrália que derrotou os americanos durante a preparação.

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