FIBA mantem ‘gancho’ ao basquete brasileiro

A Federação Internacional de Basquete (FIBA) decidiu estender a suspensão a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) até o mês de maio. Nessa sexta (3), dirigentes do basquete brasileiro, do Comitê Olímpico Brasileiro e representantes da entidade internacional estiveram reunidos na Suíça para tratar sobre o caso. Estiveram presentes também os dois candidatos a presidência da CBB, que está suspensa devido a grave situação administrativa e financeira na qual se encontra atualmente.

Em comunicado a FIBA disse que colocou uma força-tarefa a disposição da CBB que pode ajudar com que a suspensão seja revogada em maio. “A Fiba providenciou uma força-tarefa que – se os brasileiros desejarem – poderá ajudar a solucionar os problemas existentes e retirar a suspensão antes do Congresso no começo de maio, antes de um verão cheio de competições e antes do lançamento do novo sistema de competições em novembro.”
A FIBA informou ainda que as discussões foram bem produtivas e que todos tiveram a oportunidade de manifestar suas opiniões. Sendo que o próximo passa a ser dado será uma reunião interna na CBB, na qual as decisões sobre o processo de reformulação da entidade devem ser comunicadas a FIBA.

A Suspensão da CBB data do dia 24 de novembro de 2016. Desde então, a entidade foi banida de competições internacionais, o que tem reflexo não só na Seleção Brasileira e seus times de base, mas como também de todos os clubes brasileiros. Antes da segunda revisão do “ganho” imposto pela FIBA, a CBB deve passar pelo processo eleitoral de escolha do novo presidente. Os concorrentes são Amarildo Rosa e Guy Peixoto.

A entidade brasileira tem tido grandes problemas financeiros. Recentemente, perdeu seu principal patrocinador, o banco Bradesco. Além disso, está impedida de receber o valor de R$ 3.467.205,08 da Lei Agnelo/Piva. A CBB ainda tem uma dívida acumulada de cerca de R$ 18 milhões.

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